Sunday, December 21, 2014

Sabes que tens um problema quando....

.... metade do teu disco externo tem fotos.

Shopping Cidade do Porto

O único onde não chegou a loucura das compras de Natal!

Thursday, December 18, 2014

Gravidade - 1 vs Eu - 0

Caí. Lá se foi um joelho.
Inchado, com dores e pisado....

Monday, December 15, 2014

Casos da vida #1

"Estou desempregada. Mas comprei um iPhone 6"

Aos senhores das transportadoras...

Urgente é urgente! Não é duas horas depois!


Sunday, December 14, 2014

Fnac, sometimes I love you...

Comprei a discografia dos Nirvana. Cinco euros cada cd! Sinto-me tão feliz!!!


A parte triste foi quando fui perguntar ao senhor se por acaso não tinham o álbum das Hole "Live through this" e o senhor responde da seguinte forma: "A banda da Courtney Love? Sabe que eu adoro o Kurt Cobain e recuso-me a falar dessa senhora". Dá meia volta e vai embora. Volta depois e diz: "Estava a brincar! Vamos ver o que podemos fazer."

....

Sunday, November 30, 2014

Eu gostava de ter um daqueles blogues fashónes, mas...

Fashónes, daqueles em que as pessoas mostram o seu outfit do dia. Que mostram e fazem reviews daquilo que compram, e que contam com detalhe o dia-a-dia, mas....

Num tenho tempo, nem paciência para isso. Portanto, este blogue é o que se vai arranjando!

Monday, November 24, 2014

O que se encontra na net #2

Friday, November 21, 2014

O que se encontra na net #1

Tuesday, November 18, 2014

Tornei-me uma daquelas pessoas...

Que vai ao ginásio todos os dias. Why? Porque fiquei com medo de ter doenças que me podem condicionar a vida. Foi uma decisão tardia, massssss....
É agora ou nunca!

Flirt inocente com o meu professor

Check!

Thursday, November 6, 2014

Há muito para dizer, mas num me apetece...

... Acho que vou continuar uns dias mais sem dizer nada e depois volto.

Wednesday, October 8, 2014

Nilton na RFM, Café da Manhã - NILTON analisa a Casa dos Segredos 5





Eu não vejo este tipo de programa, mas quando comecei a ver isto no Facebook até chorei!

Muito bom! Muito bom mesmo!

E neste programa é só grunhos. Só grunhos.

O Porto. Ponto. A minha amada Cidade!

Tuesday, October 7, 2014

Das TEDx que nos inspiram

Sunday, October 5, 2014

Estou viva depois do ginásio, pouco, mas estou...

Dói-me tudo...
Até músculos que nem me lembrava que tinha.
Mas sinto-me melhor.
Além disso, existem pérolas que merecem ser partilhas.
Nasce aqui a rubrica: "Coisas de um ginásio"

Tuesday, September 30, 2014

Inscrevi-me no ginásio....

Não, o Inferno não congelou.
Mas fui para o ginásio.
Começo amanhã. Tenho medo da primeira avaliação.

Se não voltar, atirei-me da ponte quando soube os resultados.

Sunday, September 28, 2014

Da falta de vontade de escrever...

Estou três dias de folga.
Nestes três dias, resolvi aproveitar e viver a vida. Aproveitar.
Não vim ao blog.
Fui vendo alguns, mas nada mais.
Volto terça.
Quando voltar à realidade.

Friday, September 26, 2014

Hoje deram um Mozartkugel!

Uma das partes boas de trabalhar com turistas é trazer para casa alguns miminhos que eles nos dão. Não, não estou a falar de dinheiro, que esse é importante, mas não tanto. Estou a falar dos miminhos que eles trazem dos seus países.

Hoje estava em com um grupo de alemães, quando no final, uma senhora vem ter comigo e me mostra um bombom e diz que é para mim.
Que adorou me conhecer. Que gostou muito da visita, que falava muito bem alemão. E entrega-me o bombom.


É isto que torna o trabalha ainda melhor.

Música #43

Thursday, September 25, 2014

23 anos de Smells Like Teen Spirit!

Wednesday, September 24, 2014

Sobre a mega leak que houve no iCenas!

Deixo-vos aqui um vídeo que espelha a minha opinião.
Não olhei. Não vou olhar. Acho ridículo que as pessoas vejam, perpetuem isto e gostem e esperem que exista mais.
Existem muitas imagens na internet. Pornografia, fotos de nus que foram autorizadas, fotos não autorizadas, etc...
Estas pessoas são conhecidas. Já se expõem. Isto é exploração e violação.
Todos já tiramos estas fotos. Tivemos sorte de não terem ido parar à Internet. Pensem nisso.


Tuesday, September 23, 2014

O desespero

No meu feed do Facebook é só fotos de casamentos, de pessoas a terem filhos, de noivados e etc...

O que eu sinto acerca disso?
Sinto-me feliz por essas pessoas estarem felizes com a decisão que tomaram e com o caminho que querem seguir.

Eu para já não me vejo nesse caminho. E vivo bem com isso.
Mas há quem não viva. E não são só mulheres. São homens também. Desesperados. Ao ponto de se sentirem mal com os amigos.

Eu e uma amiga estávamos a ver fotos e reparamos que um dos rapazes está bastante melhor do que era. Comentamos isso com um amigo dele, que se passou e ficou ressabiado com isso. 

No dia seguinte comentou com ela que estava a ficar velho. Tem 28 anos, mas velho. Comentou que se sente assim porque toda a gente à sua volta está a ter filhos, está a casar e ele nada.

Quando a minha amiga respondeu que não se achava velha, que achava bem que se casassem, mas ela não se sentia preparada, ele respondeu que também não estava nesse caminho porque não tem ninguém.

Digamos que este rapaz está no caminho do desespero.

Amigo, não desesperes! O Clooney só agora é que vai dar o nó! 

Monday, September 22, 2014

Carol Rossetti #10


Sunday, September 21, 2014

Já não chegava ter turistas a tirar-me fotos....

.... agora até o são pedro quer tirar! é só flash!

Saturday, September 20, 2014

Mulheres

Falo muito de mulheres. Sou feminista, sou a favor do direito das mulheres, etc, etc, no entanto, só ontem parei e pensei numa coisa: Tive o maior exemplo de feminismo e de força na minha própria família. Ela nunca se intitulou feminista, se calhar nem conhecia a palavra. Ela em algumas coisas cedeu à pressão da sociedade, em outras bateu de frente com ela e não baixou a cabeça.

A minha avó materna. Faleceu o ano passado. Tinha 94 anos e teve uma vida recheada.

Veio de uma família pobre, ela própria dizia que muitas vezes passava fome porque não havia o que comer para todos. Casou ainda muito jovem, com apenas 19 anos. Nunca disse que se casou por amor, mas penso que sim. A maneira como falava dele dava a entender isso.

Teve uma filha pouco depois. Fruto dos tempos, ou dos costumes, o marido, a sogra, as irmãs do marido eram alcoólicas, palavra que também penso que eles próprios desconheciam.
A sua sogra penhorou o enxoval da minha avó para comprar vinho. Ela não gostou. Discutiu com o marido, disse que a mãe dele era uma bêbada. Ele bateu-lhe. Ela não se ficou. Atirou-o pelas escadas abaixo. O chão no final das escadas era de lousa. Ele bateu com a cabeça e ficou inconsciente. A minha avé pegou na filha e fugiu. Fugiu o mais depressa que conseguiu com uma criança de apenas dois lados consigo. Não foi longe. As irmãs do marido apanharam-na. Levaram a criança. Tentou ir a tribunal, mas o juiz avisou-a que seria acusada de abandono do lar (fugir de alguém que bate, não era considerado luta pela vida, mas sim abandono do lar), tentativa de homicídio (não auto-defesa) e rapto. A minha avó nada fez. Sofreu em silêncio. Ia ver a filha às escondidas e nunca parou de se referir à sua filha como a sua menina.
Só a voltou a encontrar anos mais tarde, no funeral do ex-marido, que nunca voltou a casar e que no leito de morte só a queria a ela.

Depois deste, existiu outro homem na vida dela. Deste pouco sei. Pouco falava dos anos que passaram juntos. Só lhe restou um filho dele. Este fugiu para o Brasil. Voltou anos mais tarde, segundo a minha avó, com uma preta e foi visitá-la. Pouco mais sei deste. Ficou sozinha com um filho para criar. Filho este que com 16 anos engravidou a namorada e que durante os primeiros tempos após o casamento ficou a viver com a minha avó. A minha avó sustentava-os.

Por fim, o meu avô. Homem casado. O patrão. Mulherengo. Seduziu a minha avó. Tinha mulher e filhos. A minha avó engravidou. Ele teve mais dois filhos com a primeira esposa. A minha avó nunca lhe pediu nada. A minha mãe, uma criança muito doente, sempre adoecer, nunca viu um tostão do pai, porque a mãe lhe tivesse pedido. Era sempre a primeira esposa dele que o obrigava a dar dinheiro, roupa, comida e a passear com elas. A minha avó sustentou uma casa com um adolescente e uma criança doente.
Os anos passaram e ficaram só as duas. A minha mãe recorda que nunca passou fome, mas que a minha avó passou para lhe dar. Que viviam em casas pequenas, em "ilhas", mas que estavam sempre impecáveis. Apesar de tudo eram felizes.

A minha avó foi viver com o meu avô e os seus outros filhos quando a primeira esposa faleceu. Ainda viveram uns tempos conturbados, mas com o entrar na velhice, os netos de ambas as partes, finalmente trouxe alguma paz à minha avó.

Portanto, de tanto ler sobre as outras mulheres esqueci-me que tive uma comigo durante 25 anos e que nada ainda havia sido escrito acerca dela.

Fica o registo.

Obrigada Avó!

Friday, September 19, 2014

O Drama!

O que raio levo amanhã para o almoço?

A precisar de ideias para novas receitas.

Wednesday, September 17, 2014

O drama, o horror, a tragédia...

que se passa no meu trabalho e não é nada comigo.

É medonho!

Tuesday, September 16, 2014

Leituras kitsch para Setembro


Monday, September 15, 2014

Carol Rossetti #9


Sunday, September 14, 2014

Definição de Inferno

Definição de Inferno é a minha escala de trabalho.
A minha chefe odeia-me.


Bitch mode on!


Saturday, September 13, 2014

Diz que é dia de D'Bandada!

E é a primeira vez, desde que se faz a D'Bandada que eu não vou.

Cansada. Vou debandar para outros lados.


Offline.

Not a fashion blog #15



Mais um post sobre os saldos!
O que estão a ver são dois eyeliners da Sephora que eu adoro!
Mais uma vez cores fortes, que não saem com a água!
Só existe um pequeno senão. Os pincéis são extremamente finos. Não estou habituada. Geralmente prefiro eyeliners em gel e assim posso usar pincéis um pouco mais grossos.

Os que vêem aqui é o Turquoise 18 e Glitter Kaki 10. Ambas custaram 3 euros.


E para terminar a secção Sephora o iluminador pelo qual me apaixonei!
Ainda não tenho muito a dizer, mas prometo que depois faço review mais extensa.
Custou 4 euros.

Friday, September 12, 2014

"Prostituição.Retratos de uma vida na rua" de Rúben García

Vale a pena ir até ao Centro Português de Fotografia e ver esta exposição de Rúben García.
Nem sempre é fácil encontrar as exposições neste centro, mas vale bem a pena.
São gratuitas e são sempre muito interessantes.


Thursday, September 11, 2014

Feira do Livro Posto 2014

Hoje fui à Feira do Livro.

Gostei que a Feira tivesse voltado aos Jardins do Palácio de Cristal.
Gostei de ver imensos stands.
Odiei a chuva.
Odiei o facto de estar sem guarda-chuva.
Podia estar melhor em termos de oferta de livros. Está uma Feira muito pobrezinha.... Comparada dom outros anos, esta deixa muito a desejar.

Wednesday, September 10, 2014

Música #42

Aqueles dias...

... Aqueles dias em que o sono é tanto que só queremos dormir e dormir. E dormir.
E para ajudar, a rádio do trabalho está sintonizada na Festival e é hora de fado. Socorro!

Tuesday, September 9, 2014

Acho que se enganaram no nome do iogurte...o que é oikos?


Oikos é uma palavra grega e significacasa, o universo habitado.

Wow! Descobri que posso bloggar através do telefone!

Vai ser a loucura! Loucura, I tell you!

There's a place in hell...

...para pessoas que supostamente são as bff da chefe, meaning, a chefe não tem amigos logo tem de agarrar as pessoas do trabalho e que por trás dela falam mal a torto e a direito, e que podem chegar atrasadas, ir à padaria, tomar pequeno-almoço e ficar na letra. Alguém toma conta do posto de trabalho...

Monday, September 8, 2014

Carol Rossetti #8

Sunday, September 7, 2014

Música #41

Not a fashion blog #14

Estou atrasada com estes posts, mas a vida meteu-se no caminho, mas prometo que nos próximos dias vou aqui falar dos produtos que comprei em saldos.
Mais uma vez vou falar de produtos da Sephora. Neste caso as sombras que comprei nestes saldos por apenas 2 euros!
Eu adoro pechinchas! Ando sempre à procura.
E já disse, adoro saldos da Sephora porque assim posso comprar óptimos produtos sem ter de gastar rios de dinheiro.


Esta é a sombra Supernova nº102.


Sombra Across de Universe nº100


Esta é a sombra Comet Chaser nº101.

Todas elas são de aplicação fácil e tem uma duração e pigmentação óptimas! Aconselho!

Saturday, September 6, 2014

Fora de horas

Muitas vezes no meu trabalho, por razões de agenda tenho de trabalhar fora de horas. Obviamente, as pessoas que querem eventos fora de horas pagam por eles. Guess what? Eu não recebo por ficar a trabalhar mais horas. Diz que estas acumulam no banco de horas e depois são dadas....
Até aqui, é o que temos.

Mas o que me revolta é o facto de eu estar a dar o meu melhor e a fazer o meu trabalho e essas pessoas estarem a cagarem-se para isso.
O desrespeito é tanto que apetece bater em alguém. Btw, o último grupo era de uma conferência de medicina. Comentário de uma das pessoas: "eles são todos médicos.". A minha resposta foi: "educação só se for mesmo superior, porque a outra passou e andou"...

Thursday, September 4, 2014

Ginásio? Qual ginásio?

Faço tanta ginástica no trabalho que a única ginástica que me apetece fazer quando saio de lá é correr para casa, correr para a banheira e a seguir correr para a cama e lá fazer o exercício de descansar até ao dia seguinte.

Folgas são precisas.

Tuesday, September 2, 2014

Volta tudo ao normal ou....

...ou ainda não.

O mês de Agosto é aquele mês em que mais trabalho. Mas este ano foi um exagero. Ou seja, este cantinho ficou abandonado.
Mas ainda não vai ser hoje que ele ressuscita. Nada disso. Vai ficar um pouco mais em stand-by, que eu tenho muito que pensar e recuperar deste mês.

Sunday, August 31, 2014

Carol Rossetti #7


Tuesday, August 26, 2014

Carol Rossetti #6


Sunday, August 24, 2014

Carol Rossetti #5


Friday, August 22, 2014

The Motherhood Short Story Competition 2014: Prazo para entregar trabalhos termina no dia 1 de Setembro

Para quem estiver interessado, existe este projecto.
Podem seguir o link e ver as instruções e saber um pouco mais sobre este projecto, ou podem ler as guidelines aqui em baixo.



About the Competition
The Motherhood Short Story Competition has been founded by Egyptian writer Mahmoud Mansi, the founder of The Forgotten Writers Project, and in cooperation with the Being Feminist. Therefore, we – (Being Feminist & The Forgotten Writers Foundation) are honored to launch this global project together. The chief purpose behind this competition is to bring feminism and humanism as lively movements to be part of the social everyday life in a form of art.
We want the “audience” to start interfering along with the “activists” in a “common project” that would reach a wider range of people or reach new categories that are indifferent towards demonstrations.
It is very important to start approaching the world through different methods, especially through art, as art is a source of affection, inspiration, creation, and documentation.
Introduction to Motherhood
Motherhood is a very enigmatic and cavernous notion that has been overlooked by different races. It has become part of a routine, just one of those universal life-cycles that we learnt to live with, without questioning. In this short story competition, we long to explore this inscrutable “Motherhood” and the connection we may feel with it. We want to tackle the mystery that exists in our everyday life and have a closer look at it through literature.
Guidelines
Write a story ranging from 1000 to 3000 words, first narrative, about your relationship with “Motherhood”. You are the protagonist of your story! We want to know what you associate with the concept – your thoughts, your philosophies, your conflicts, your experiences, your trauma, your liberation. We want to know about the relationships and moments that have defined your ideas of “Motherhood”. This can be your relationship with your “mother”, a parent of any gender, a manager, an elder sister, a friend, Mother Nature, with the universe, with God… etc. You could talk about the joys you draw from “motherhood”, the struggles for coping with the pressures associated with “motherhood”, about being denied “motherhood” because of your gender identity or your sexual orientation, about choosing to never experience “motherhood” or about fighting all odds to be a “mother”. The stories can be fiction or non-fiction, and with any number of characters, however the story should mainly revolve around the protagonist and her/his/hir perception and relationship with Motherhood as a person or entity and as a totem.
Story submissions must be in English and we – not only accept – but strongly encourage translated original stories as well. This is a global issue and a global event, and we do urge writers from every part of the world to be part of this, so even if you do not write in English, feel free to write with your original language and find a translator who believes in the message of the completion, then kindly submit to us the story with your name and the name of the translator.
Stories must be original and especially written for this event, as the timing is very important to have a detailed overview on the current Motherhood concept, and then share it with you in one book when published.
There is no age limitation for writers, it is simply open for anyone and everyone, and the writer is free to express through any genre and style of writing, nevertheless we do aspire for creative, new, pure and deep ideas.
Other Guidelines
• It is possible to use illustrations as figures, pictures and drawings if you are a painter.
• It is possible to include your own poetry within your story.
• It is NOT possible to use quotes from other writers.
• You are free to choose any genre of horror, fantasy, politics, romance, or any other one.
• Numbers must be written in (words) except if it was a date-year / ex: 1996 – Seven years old.
• Please do not use (&) instead of (And).
• You may submit up to 3 stories.
Judging
• The winning stories will be chosen on the degree of creativity and the novelty of the idea. Strange and unusual ideas are strongly recommended.
• The depth of the text, characters, places, scene etc.
• The metaphors and similes used.
• The beauty of the writing style and dialogues if there are any.
• The ending of the story and how powerful it is.
Awards
The winners will receive their Award Certificates along with the Publication of their work in one Book.
In the near future we will be working on translating the book into many languages including the home countries of our winners of course.
We do not offer monetary prizes because in a monetary world we seek those who still have a noble cause to struggle for with the intention of making the chance and feeling the honor. That’s why we do not want the mercenary side of our writers. Although money is essential to all of us for survival, but what we as human beings need now and in this era is far more cavernous.
After the deadline is over and we start working on the judging process, we will have more details about the date and exact whereabouts of the Award Ceremony which is going to be held in India.
Submission Guidelines
• All stories are sent via email.
• Word Document: Font must be Times New Roman, 12, Margins Justified and Pages Numbered.
• The Title of the story must be centered in the middle of the page, bold, and size 12.
• Do not mention your name inside the word document due to judging purposes.
• Save the word file with your: Name, Title and Country.
• Please include in the email message these details; Your (Home Country, Resident Country, Address, Mobile Number, Profession).
• Kindly email your stories to: Motherhood_story_competition@hotmail.com, write in the title: Submission – Your Name – Your Country – Your Story Title.
• For questions email: Motherhood_story_competition@hotmail.com , write in the title: Questions – Your Name – Your Country.
• For journalism & media collaboration please use the same email and write in the title: Media – Name of your Newspaper/Organization – Your Country.
Submission Period
We honorably accept submissions starting from The New Year, 1st of January 2014, until 1st of September 2014.
Conclusion
This is not only a literary competition, or a workshop to challenge yourself and others, but it is more like a spiritual connection between individuals from different parts of the world. This is a beginning for long term relationship to serve the Nature we live within, and try inspiring others to fathom the universe around and within us.

Disney e Pénis

A revista online Jezebel lançou um artigo como seriam os pénis dos Principes da Disney.
O artigo é hilariante! 
Vale a pena ler para dar umas gargalhadas.
Quem gosta da Disney, nem, se calhar é nesta altura que podem parar de ler.
Aqui fica o link para o artigo.
E deixo-vos algumas imagens.





Thursday, August 21, 2014

Not a fashion blog #13


Este é o corrector da Sephora.
Comprei nos saldos também.
Adorei este corrector. É super suave na pele e disfarça tanto olheiras como imperfeições da pele. Fiquei fã. Comprei na cor mais clara o nº1. 
Tem sido o meu companheiro em noites mal dormidas e quando tenho alguma imperfeição.
O preço ainda foi o melhor. Custava 4 euros em saldos, mas como tive 20% de desconto, ficou por 3,20 euros! Comprei dois! Recomendo.

Tuesday, August 19, 2014

Se os dias continuam assim....

...vai ser complicado chegar ao final de Agosto.

Carol Rossetti #4


Saturday, August 16, 2014

Saga do cabeleireiro

Precisava de arranjar as sobrancelhas.
Fui à cabeleireira. Disse para estar lá às 12.
Estava.
Ah afinal vai demorar mais 20 minutos.
O problema é que não tinha esses 20 minutos.

Solução: não arranjei as sobrancelhas. Mas vou procurar alguém que o faça.


Quem com ferros mata, com ferros morre.

Friday, August 8, 2014

Not a fashion blog #12

 

Adoro os saldos! Adoro os saldos quando são da Sephora! É a oportunidade de comprar alguns produtos que de outra forma não compraria.
Não me levem a mal. Eu adoro os produtos da Sephora, mas eles são caros. E o meu budget para estas coisas é um tanto limitado. Compro coisas de qualidade obviamente, mas que sejam mais em conta.
Mas quando há saldos, perco a cabeça!
E desta vez foi na Sephora. Os próximos posts vão ser sobre os produtos que comprei.
E começo pelas máscaras! Comprei duas. Uma azul escura e uma azul turquesa! Já tenho estas duas cores, mas os pincéis e a pigmentação é tão boa, que não resisti!
As cores são extremamente intensas. As cores são super fortes. Os pincéis alongam as pestanas e dão-lhe volume. 

Preço de cada uma: 4 euros!

Thursday, August 7, 2014

Só mais um bocadinho sobre sexo...

Wednesday, August 6, 2014

Conversas #32

Ela: O sexo é bom. Seja com quem for.
Ela 2: Ai, não me digas que vou ter de me vestir longe de ti?
(Silêncio constrangedor)
Eu: Porra, magoaste-me mesmo! Tou com uma nódoa negra enorme....

Tuesday, August 5, 2014

Um artigo fenomenal. Vale a pena ler. História de Jenny Kutner

"I’m pregnant. I just found out. I’m having an abortion on Saturday at 10 a.m.
Those are three text messages I sent to my closest friends, in that order, last weekend, a few hours after I went to the Rite Aid near my boyfriend’s apartment to buy an at-home pregnancy test. I’d walked to the pharmacy in a pair of awkwardly fitting denim cutoffs and the shirt I slept in the night before, with the singular goal of ruling out pregnancy as an explanation for why my period still hadn’t shown up a week after it was supposed to. I had all my usual pre-period symptoms — cramps, sore breasts, insatiable hunger — but no period. I assumed the lateness had something to do with my horrific and sporadic eating habits, as I subsist mostly on Hot Cheetos and red licorice. That probably seems delusional; it probably seems less so when I mention I’ve had a copper IUD for a year.
So, no, it didn’t seem outrageous to think my period was just reconfiguring itself, as it has many times in the past. What did seem outrageous, though, were the two blue lines that showed up on the first pregnancy test I took when I got home — the ones that indicated I was pregnant, making my heart start pounding so loud I really could hear it in my ears, just like in the movies. I left the bathroom with the test in my hand and went to go show my boyfriend, who held me while I cried and shook and tried to catch my breath. I took the second test to be sure, then sent those first two text messages to my sister and my friends. I sent the third one after I went to Planned Parenthood to book an appointment I hoped I’d never have to make.
*
Those three text messages are also the sentences that best describe my current situation, in the days before I’m scheduled to have an abortion. I’m pregnant. I just found out. I’m having an abortion on Saturday at 10 a.m.
I have no idea what Saturday will be like because it’s not Saturday yet. Just as I’ve had no psychic abilities at any other point in my life, I have no way to predict what I’ll be thinking or feeling immediately before or after my arrival at the clinic this weekend. I assume I’ll wake up early, wonder what I should wear because I’ve never had an abortion before, pick something in a rush and then hold hands with my boyfriend as we make our way to Planned Parenthood. I’ve stopped trying to think past those mundane actions, though, because no amount of surmising will get me any closer to knowing how Saturday will feel before it’s Saturday.
And, it seems, no amount of background information — no critical mass of other women’s stories or screenings of “Obvious Child” — will give me much insight into how I, Jenny Kutner, will feel about my abortion when it happens. Still, I have been looking for background information, and I briefly tried to defy my stubbornly non-psychic brain by reading what other women have written about their abortion experiences.
There is, of course, a sort of collective narrative that has formed, especially amongst pro-choice women like myself. Here’s what I noticed about that larger collective narrative: It contains very few stories about what women experience just before their abortions. Mostly we only hear about a procedure in its aftermath. Right now, I do need to hear about the aftermath. I need to be reminded that on Saturday I will wake up pregnant and on Sunday I will not; I need to be reminded that my life will go on once I carry out this decision that is totally and completely right for me, not everyone, and that is totally and completely right for so many other women who have made or will make the same choice. But right now I’m not in the aftermath. I’m in a part of the abortion experience that feels just as crucial as the abortion itself.
I understand why people might not want to write about this part. To talk about having an abortion before it’s happened is to open oneself up to personal attacks at an already vulnerable time. After all, to tell any part of a personal abortion story is to portray oneself to anti-choicers as a “baby-killing slut,” as one friend put it. That shouldn’t be. But, what’s more, the crux of pro-choice thinking is that what a woman does with her body is personal and private and subject to no one else’s input. As Internet trolls will inevitably offer their thoughts, an abortion story told in advance of an abortion might seem a plea for another opinion, which undermines the pro-choice logic behind it.
I’ll say now that I’m genuinely not seeking out or accepting additional input, just as I don’t think any other woman who tells her story is asking for the two cents of hostile strangers. No thanks in advance for any efforts to make me change my mind, “choose life” or what have you. I am resolute in my decision, because it is the right decision for me.
That’s not to say I don’t feel as if I’m between a rock and a hard place. I don’t want to have an abortion, which is why I got an IUD — to give myself a 99 percent chance of not having to consider the procedure for a decade, or ever. (Clearly the IUD failed, so I guess I’m the 1 percent.) What I definitely, definitely don’t want, immeasurably more than I don’t want to have an abortion, is to be pregnant or have a child.
So I’m not going to. At least, not right now.
*
I was always going to have an abortion in the case of a hypothetical pregnancy. Now, I’m having an abortion in the case of a real one. There is nothing, logistically or financially, getting in the way of me having the procedure, something I kept reminding myself while I sat at Planned Parenthood last weekend. For too many women, mine is an unimaginable opportunity. That’s especially true in Texas, where I was born and raised, and where some of the harshest abortion restrictions in the country have decimated access to reproductive healthcare. That’s why, after having the initial thoughts of, How the fuck did this happen and Why me, why me, why me, my only other thought was, Thank goodness I’m not at home.
I moved to New York nearly a year ago, but before that I lived in Austin for four years. Last summer, on a day at the end of June not long before I moved, I waited in line for a gallery seat inside the Texas Senate chamber, where Wendy Davis had spent nearly 11 hours filibustering a bill that would require the state’s abortion clinics to meet the standards of ambulatory surgical centers. The bill was intended to force abortion providers to close their doors, and was then the latest in a series of right-wing efforts to prevent Texas women from accessing healthcare. Two years earlier, during the previous legislative session, Governor Rick Perry had signed a coercive “emergency” measure requiring women to submit to invasive transvaginal sonograms and patronizing explanations of fetal development 24 hours before getting an abortion.
The sonogram bill, along with H.B. 2 — the bill that was eventually passed after Davis’s filibuster — diminish the rights of more than 10 million Texas women. I was at the capitol last summer, wearing orange, because I am a Texas woman — but I could not consider myself one of the women under attack. In a practical sense, H.B. 2 never would have limited my access to an abortion because of privilege.
When H.B. 2’s requirements go into effect in September, only six abortion clinics will remain open in Texas, all of them concentrated in the major cities east of the Panhandle, West Texas desert and Rio Grande Valley. I lived in one of those cities; my parents live in another. Women who live in those three massive, unserved regions, however, will have to travel several hundred miles for two appointments in two days to get an abortion. Many don’t have cars; I did. Many can’t take off work; I could have. Many can’t find or afford childcare for their kids; that wouldn’t have been one of my concerns. The restrictions make getting an abortion financially and logistically unfeasible not for someone like me, but for women who are without the money, support, transportation and proximity to a major city that one needs to meet state requirements. I was at the capitol last year to stand in solidarity with them.
*
If I still lived in Texas, I would still have access to all those same means. So I’d face fewer impediments to an abortion than most, but that doesn’t mean I’d face zero. I would still have to have a sonogram, and I would have to hear about the development of the zygote inside me.
As I waited to speak with a counselor at a New York Planned Parenthood last weekend, I felt a wave of relief at the thought of being so far from home. Really, it was relief at the thought of being trusted to make my own decision, at being able to avoid having a probe shoved inside me in an effort to make me question, regret or alter that choice. There are no mandated ultrasounds in New York; no condescending scripts for the doctors to read; no increasing shortage of clinics because of legal entrapments that endanger women’s health. I thanked my lucky stars, for maybe the first time in my life, that I was not in Texas.
Just as I did, a counselor called my name and asked me to follow her down a hall to a small, carpeted room with a desk and no windows. On the desk sat a plastic-encased model of a ParaGard IUD, the little copper “T” with which I had entrusted my reproductive health for exactly a year. I stared at it while the counselor confirmed that I was, indeed, pregnant — about five weeks, judging by the start of my last period.
She then presented me with several options. I told her I wanted to have an abortion. She did not tell me that I would have to come back for another appointment before the abortion and she did not try to talk me into another course of action. Instead, she asked when I could come in for the procedure and put it on the calendar. Then she sent me on my way.
I wasn’t sure what to feel after I made the appointment, so I just stood still on the sidewalk for a few minutes and cried. I cried because I was overwhelmed and confused, although I wasn’t at all confused about my decision. What I felt most strongly when I left the clinic, aside from the need to pull it together and go take a nap, were two feelings that have stuck with me all week. The first was acute anxiety that seven days was too long to let two incompatible objects (an IUD and a zygote) occupy my uterus at the same time. The second was complete certainty that I was making the right decision. I don’t want a child yet, and I’m not at all ready to have one.
That’s why an abortion is the right choice for me, and I don’t think much else matters. I keep repeating that and it’s not because I’m insecure, but rather because I doubt I could be more firmly convinced. Thankfully, in addition to feeling so strongly about my choice, I have received all the support I could possibly ask for — from my boyfriend, who is in complete agreement about my decision, but also from my sister and my parents, my aunts, uncles, friends, co-workers and even two relative strangers I met at a picnic on Sunday.
Several of the people I’ve told have made this one obvious observation over and over: I took strict precautions not to get pregnant. They’ve reminded me that I did what I could by getting an IUD — did more than many women do. But, by some strange fate or rearrangement of the universe, doing what I could wasn’t enough. So, of course I’ve decided to have an abortion — duh! What’s more, it’s okay that I’m having an abortion, since I made clear long ago that I don’t want to have children anytime soon. I’ve already tried to prevent that from happening, so an abortion is just one more step in that prevention process — one I’m more entitled to take because it’s a process I’ve already begun.
Wrong. Having an IUD that failed without my knowledge does not make me any more entitled than any other woman to terminate a pregnancy I don’t want. When I hear people raise the point that I did what I could, it sounds to me like a justification, but it’s not one you’ll ever hear me offer. I’m more than willing to explain why I’ve decided to have an abortion, because my reasons are justified on their own. Nonetheless, an abortion isn’t something that needs to be justified. Women are entitled to the procedure if they decide that having one is right for them — all women, not just the ones with ParaGard, Mirena or Implanon, NuvaRing, birth control pills or the Depo-Provera shot.
I am no better or worse than, say, a woman who gets pregnant when she wasn’t on the pill, had sex without a condom and, for any number of reasons — lack of information, lack of transportation, lack of funds or just plain old stigma — didn’t take Plan B. She is just as entitled as I am to make my same decision or a different one, and she deserves the same access to a safe abortion that I do if she chooses one, free of judgment — because this is not a question of who is better or worse. It’s a question of who should get to exercise their rights, and the answer is every single woman.
*
Despite all the support I’ve received, I have walked around furious for the past week at the thought of those anonymous people who would tell me I’m wrong not to stay pregnant. I’ve tried to analyze my rage in an effort to cope with it, and I’m sure it has something to do with my ardent conviction that women deserve the right to choose what happens to their bodies. Usually, my rage compels me toward something productive. But I don’t have time for that at the moment, because I’m having an abortion on Saturday at 10 a.m.
So being angry hasn’t done much for me this week. I’m still pregnant and don’t want to be. My IUD still doesn’t work and needs to be removed from my uterus, and I still don’t know what my next form of birth control will be, or if I’ll ever feel comfortable trusting any contraceptive again. I hope this experience will make me a better activist, but I can’t foresee if it will just yet.
Right now I don’t feel like an activist at all, just a woman who’s having an abortion. I’m a woman fortunate enough to have so much love and support I don’t know how to process it all. That’s rare and special, but still it feels like no one can help me much at the moment. This weekend the people who love me will sit in the waiting room while I walk into my abortion by myself. I don’t know what comes next, how or if this will change who I am. Maybe it will, maybe it won’t. I can’t know that now. It isn’t Saturday yet."

Só mais um bocadinho sobre sexo...

Ontem a ver Masters of Sex houve algo que me tocou. Quando psicanalista pergunta a  Virginia se ela se sentia culpada com a relação que mantém com Bill e ela pensa e primeiro age como se não e depois reflete e pensa que sim e tenta discutir isto com ele. Pois bem, isto levou-me a pensar... E pensei e cheguei à conclusão que se calhar a Virginia não se sentia culpada. Culpada por si só. Sente-se culpada pela Libby.

Reflexões de manhã e que não fazem sentido.

Carol Rossetti #3

Monday, August 4, 2014

E o Dino Meira diz tudo....

Sunday, August 3, 2014

Wishlist #1


Saturday, August 2, 2014

Meu querido mês de agosto....

Tá a chover como se fosse Inverno em pleno Agosto....

Hum... Cheira-me que isto vai correr muito bem....

Wednesday, July 30, 2014

O outro filme fez-me lembrar este... E este trailer é bem melhor que o original

Toda a gente falava do livro. Depois toda a gente falou do filme. Depois foi a histeria do actor. E agora está aqui o trailer. Have fun.

Melhor coisa? A versão do "Crazy in Love" da Miss Be!


Concordo tanto com estas palavras que até dói...

"I had the chance, once, to put my money where my mouth was. It was an experience not unlike being woken in the middle of the night by a foreign noise in your home and having only seconds to decide whether you will grab the baseball bat from the corner and walk toward the sound or hide in the closet instead.
My 110 eleventh graders were reading Margaret Atwood’s The Handmaid’s Tale, and one of our administrators had notified me that the parents of one of those students had contacted the superintendent directly to complain about the assignment and, of course, demand that the book be removed from the curriculum, the school, the county, and, if possible, scrubbed from the fabric of their child’s brain. I told the administrator that I would gladly meet with the parents to discuss their concerns.
This was a lie on two fronts. For one, I wasn’t glad about any of this. And for another, I was using a broader definition of the word “discuss” which includes indignant shouting and fist-shaking. But meet we did. I could tell you that, with Darrow-like precision, I cut away the heart of their argument and led them into the green pastures of enlightened understanding, but two lies is enough for one paragraph. No one shouted, minds and hearts failed to transform, and we promised nothing more than to revisit the policy allowing for alternate novel assignments if requested. Shortly thereafter, I was asked by a very supportive administrator to draft a statement detailing my rationale for selecting the novel in the first place so that if anyone else, including district-level personnel, expressed concerns about the book, the statement could be given to them in lieu of dragging me to more meetings.
This is what I wrote:
My selection of Margaret Atwood’s The Handmaid’s Tale for study in my AP Language and Composition classes has come under scrutiny, related primarily (though not exclusively) to a passage which includes explicit reference the sexual assault of a woman enduring forced servitude in a dystopian, totalitarian future. I would like to take this opportunity to provide a cogent rationale for my selection of the book in response to the concerns expressed by some parents.
To start, it is worth noting that The Handmaid’s Tale is used in high school and college classrooms across the nation. A cursory internet search reveals its inclusion in AP Language and Literature curricula in Texas, Massachusetts, Ohio, California, and Kentucky. Margaret Atwood is included as a representative author in the AP Language and Composition Course Description, and The Handmaid’s Tale has been repeatedly referenced as a text of literary merit on the AP English Literature exam. The novel’s reputation as a valuable piece of North American literature and an essential addition to the canon of speculative fiction and science fiction is well established.
That said, I did not select The Handmaid’s Tale for study simply because of its reputation. I read the book twice before assigning it. The passage that has caused the most concern caught my attention when I read the novel, as it is meant to. The scene is shocking, the language explicit. However, it is not without literary purpose. The novel’s main character and narrator is subjected repeatedly to degrading, oppressive treatment simply because she is a woman. In Atwood’s attempt to capture the horrors that exist in places where women’s rights are ignored and women themselves treated, as Atwood’s narrator puts it, as “incubators with legs,” she uses graphic diction. Rape is horrific, obviously, and Atwood’s words reflect that. Though the image is explicit, it is not arbitrarily so. Just as pictures of the naked, starved, tortured victims in Auschwitz are explicit, yet may edify our understanding of their plight and our resolution to steel ourselves against the possibility of their reoccurrence. Exposure to a shocking thing is not equivalent to promotion of that thing. If that were so, then The Iliad would be a promotion of violence and destruction, Adventures of Huckleberry Finn would be a promotion of racism, Beloved would be a promotion of infanticide, and Lord of the Flieswould be a promotion of savagery.
The other major concern regarding The Handmaid’s Tale is its alleged “anti-Christian” outlook. It is true that within the novel, the militaristic ruling class uses snippets of Biblical scripture and hymns to provide justifications for their policies and actions. However, these snippets are often just that: portions of verses, devoid of context, used in a way totally counter to their original intention. Because citizens of the novel’s dystopia are forbidden to read anything, even the Bible itself, they have no way of investigating scripture for themselves. In The Handmaid’s Tale, the language of faith has been twisted and misappropriated for nefarious means, just as Ham’s disobedience was once used to justify slavery in the United States, just as Hitler claimed his genocide was God’s will. Understanding the capacity that humanity has shown to use false piety to validate oppression is a fundamental moral lesson in this novel, one from which students of any faith may gain a clearer understanding of man’s potential for evil.
I hope that these statements have provided some clarity about the concerns I have mentioned. I would add only that one of the functions of literature is to shed light into the corners of our world, even if what we find there is unpleasant.
Josh Corman
AP English Language & Composition"

Saturday, July 26, 2014

Conversas #31

Ele: Tu és chapa ganha, chapa gasta...
Ela: (risos)
Ele: Ri-te, ri-te que um dia f*d*u

Friday, July 25, 2014

This is not a fashion blog #11

Saldos.

Os saldos começaram.

Este ano não foi a loucura de outros anos.

Pouco dinheiro.
Só algumas coisas.
Hoje estou sem vontade de escrever, de fazer reviews...

Fica para o próxima dia.

Mas ficam os tópicos:

Tezenis
Sephora
Intimissimi

Thursday, July 24, 2014

Música #40

Wednesday, July 23, 2014

Em Setembro, nos cinemas


OS MAIAS - TRAILER from Ar de Filmes on Vimeo.

Tuesday, July 22, 2014

Camilo Castelo Branco e Ana Plácido

Vamos então começar a rubrica lugares da minha cidade, shall we?

Começo com algo muito pequeno. Um pormenor mesmo. A estátua que está em frente à antiga cadeia da Relação do Porto, agora Centro Português de Fotografia.
A estátua de Camilo Castelo Branco e Ana Plácido.

Quem já passou por aquele local de certeza que já reparou naquela estátua. O difícil é mesmo não reparar. Eu adoro Camilo. Adora a sua obra, o livro "Amor de Perdição" sempre foi o meu preferido e foi escrito no edifício atrás da estátua, enquanto Camilo e Ana Plácido estavam presos, acusados de adultério.
O amor destes dois não é desconhecido. O facto de terem estado presos até pode ser.
Mas não é disso que se trata. Trata-se de uma estátua para celebrar não só o amor, mas estas duas personagens.
Da estátua da autoria de Francisco Simões só tenho uma coisa a apontar: Ana Plácido podia estar vestida.
Não tenho nada contra nus, muito pelo contrário. Acho que o nu é algo artístico. No entanto, o Camilo vestido e a Ana nua...


Sunday, July 20, 2014

Música #39

Meo Marés Vivas 2014

Foi Portishead


Thursday, July 17, 2014

Ser turista na própria cidade

Ser turista na própria cidade. Foi isso que resolvi ser.

Tão cedo não volto a ter férias. Tão cedo nao volto a ter um fim-de-semana só para mim. Um bem haja às folgas rotativas e tudo o que isso traz. Podia ir à praia e vou!
Mas além disso, este ano resolvi ser turista na minha própria cidade. Conhecer o que nunca conheci e rever o que há muito já não vejo.
Para isso fui buscar a aplicação Oporto Insight! Dizem que é para turistas, mas serve para mim.
Com esta aplicação podemos ver restaurantes, locais de interesse, tudo e mais alguma coisa.

Eu vou começar já na minha próxima folga. E venho contar tudo!

O Porto, o meu Porto!

Wednesday, July 16, 2014

Carol Rossetti #2


This is not a fashion blog #10

Fui à Primark. Não sei como é que as pessoas saiem de lá com alguma coisa. Parece tudo tão feio...

Cenas num shopping

Estou num shopping. Comprei um livro que já namoro desde o meu primeiro ano de faculdade e que nunca comprei. Hoje foi o dia. "cento e vinte dias de sodoma". Ainda pensei em comprar "os filhos da droga", mas pensei que mais facilmente acho esse num alfarrabista.
Comprei um gelado. Sentei-me. Comi o gelado, tirei o livro para fora conectei o wifi e ia começar a ler...
Mas não...
Tenho uma mesa com 4 velhotas à minha frente. São velhotas loucas. Uma abre uma garrafa de coca-cola e as outras dizem que aquilo faz mal e a mulher ri muito alto e diz que aquilo faz bem.
Outra come um corneto e ainda uma outra numa voz estridente canta "um cornetto para mim, um cornetto para ti!".
Por fim, ficam todas a olhar para mim. Cenas de um shopping...

Tuesday, July 15, 2014

Das noites mal dormidas...

Diz que é por causa do calor...

Ou então de alguém que não me sai da cabeça...

Fuck!

Sunday, July 13, 2014

Master of Sex: Season Two

Noites

Love it!

Ainda gosto mais que o metro do Porto funcione a noite toda.

Friday, July 11, 2014

Conversas #30

Ela: Não devias ter contado isso. Era segredo. Agora toda a gente vai pedir em namoro da mesma forma.
Eu a pensar para com os meus botões: se alguém me pedisse em namoro dessa forma, saberia que ia ser gozado até ao final da vida...

Thursday, July 10, 2014

Countdown: Masters of Sex #1

Wednesday, July 9, 2014

Brasil vs. Alemanha

Não sabia que era permitido passar pornografia em canal aberto...

Tuesday, July 8, 2014

Dos amigos...

Ele há cenas que uma pessoa não consegue perceber...
Somos amigos. Muitos anos. Um desses amigos começa a ser um snobe.
Deixa toda a gente com cara de wtf?! Ou pelo menos eu...
Uma pessoa diz que acha bem que o namorado goste de ver porno, que veja outras mulheres, uma vez que esse é o seu trabalho, e isto é motivo de olhares chocados.
Uma pessoa fala de certas coisas e a pessoa fica com ar de nojenta. Essa mesma pessoa que é uma snobe...
Pois bem, há amigos que uma pessoa quer manter durante anos e anos. E depois há aqueles em que no final de tantos anos só queremos bater!

Monday, July 7, 2014

Conversas #29

Ela: Ninguém pode apontar defeitos,porque todos tem defeitos...
Eu: Uns mais que outros....

Sunday, July 6, 2014

Teorias...

Tinha um colega de trabalho que dizia que depois de terem filhos, algumas mulheres morriam para a vida, meaning, só queriam saber dos filhos, falar dos filhos, estar com os filhos...
Descobri um novo conceito. Alguns homens que arranjam namorada morrem para a vida. Afastam-se dos amigos, não querem sair à noite, não querem fazer programas divertidos, não querem estar afastados da moça em questão, só lhes fazem a vontade....

Mas depois quando são afastados delas numa visita a um shopping para as amigas irem às compras ficam colados a olhar para o vestido e a babar.


Saturday, July 5, 2014

Museu à noite

O Museu Soares dos Reis no Porto vai abrir no Verão durante a noite.
Vai haver visitas guiadas, comida na cafetaria e depois cinema ao ar livre sempre que o tempo o permita.


Um bem haja a quem se lembrou disto!

Noticia daqui.

Conversas #28

Eu: Eu quero ver os concertos todos!
Ela: Ok, mas só podemos ir ver um.
Eu: Oh não! Além do drama de não ter nada para vestir, agora ainda tenho que lidar com o drama de escolher o concerto?
Ela: Tu não bates bem.
Eu: That's why you love me!

Friday, July 4, 2014

Carol Rossetti

Foi numa página de Facebook dedicada ao Feminismo que encontrei o projecto.
Chama-se Carol Rossetti. Desenha várias situações em que as mulheres são julgadas, humilhadas e subjugadas.
Podem pôr Gosto na página dela aqui.
Com este post inicia-se a rubrica "Carol Rossetti", onde vão ser colocadas as imagens desenhadas pela artista sempre dando os créditos devidos.

Vamos começar, shall we?


Thursday, July 3, 2014

Countdown: Masters of Sex #2

Dias de cão...

Depois de um fim-de-semana bom, depois de uma segunda-feira ainda melhor, eis que terça chove merda para todos os lados! E quarta também...
Hoje estou de folga e não sei porque, acho que vai chover merda também.
Uma pessoa pensa que no trabalho existem só pessoas adultas, mas vai na volta não existem.
No trabalho existe sempre um elemento podre que estraga o resto do grupo.
Existe sempre alguém que faz merda e não admite e toda a gente se fode...

E por fim, qual é o chefe que acha que os trabalhadores não falam dele nas costas? Ainda por cima quando ele tem uma atitude de merda e um feitio terrível... Pois...

Wednesday, July 2, 2014

Música #38

Tuesday, July 1, 2014

I'm alive!

correu tudo bem!
Estou uma pro!
A única coisa que saiu do comum foi o "ah, num é portuguesa, pois não?"....

Monday, June 30, 2014

Trabalho!

Daqui a umas horas vou ter uma nova experiência no trabalho.

Medo, muito medo!*


*mais detalhes lá para o fim do dia

Friday, June 27, 2014

Fui... ali e já volto!

Vou ver as terras de Portugal e depois talvez esteja de volta!

This is not a fashion blog #9

Nas minhas férias fora do país encontrei o batom pelo qual me apaixonei!

Digam lá se não é lindo!


E o nome do batom? Pinker Bell!

Conversas #27

Eu: Achas que ele ficou muito chocado?
Ela: Com o quê? A cena do porno, a masturbação ou a conversa em geral?
Eu: Acho que já respondeste à minha pergunta.

Thursday, June 26, 2014

Countdown: Masters of Sex #3

Já fomos, mas isto está demais...

Tuesday, June 24, 2014

É dia de São João!

Festa rija ontem.
Hoje: trabalho e regata.
Agora descanso.

Monday, June 23, 2014

Música #37

Sunday, June 22, 2014

O meu único comentário ao mundial...

Até porque num gosto de futebol, mas adoro este senhor!


Saturday, June 21, 2014

Música #36

Friday, June 20, 2014

Conversas #26

Ela: Tu a falares Espanhol, pareces uma inglesa.
Eu: É assim tão mau?
Ela: Não. Tens é uma pronúncia estranha.

Thursday, June 19, 2014

Countdown: Masters of Sex #4

Wednesday, June 18, 2014

Folga...

Praia, receber livros pelo correio! e dentista.
Agora é ver cenas interessantes para escrever no blogue e arranjar e pôr-me toda pimpolha que diz que amanhã há pessoas muitoooo importantes no trabalho!
Ah pois é!

Tuesday, June 17, 2014

Não me fui embora....

O problema é que depois das férias foi trabalhar 6 dias seguidos...
Uma pessoa lê os posts nos outros blogues, vai comentando, mas não tão assiduamente porque se chega a casa a modos que morta.
Sendo assim, amanhã vou para a praia.
Estou a precisar.

Friday, June 13, 2014

De volta!

As férias acabaram!
Estou de volta!
Saí de Portugal com chuva, voltei com frio e agora está um calor de morrer.
Fui visitar uma amiga.
Comi bem, bebi ainda melhor.
Agora tempo de voltar ao trabalho!

Thursday, June 12, 2014

Countdown: Masters of Sex #5

Wednesday, June 11, 2014

O que se lê por aqui #2

"I can’t have children. Earlier this year, at the age of 27, I voluntarily had my tubes tied. (...)
I finally looked at Andreas and said, “You know this isn’t for me, right? No kids. Never.” Terrified I might have sabotaged our chance to make it work, I started to cry.
(...)
 I wondered if she had to make certain that my husband didn’t coerce me, and I wondered how often that happens. I thought about women who might back out at the last minute and wondered who they could be. The last thing I remember was my flamboyant Swedish anesthesiologist, who’d confessed that he also didn’t want children, stroking my hair as he adjusted my gas mask.
(...)
Last month, a good friend confided over coffee that she’s two months pregnant. As we hugged and cried, she confessed that I was the person she’d most wanted to tell. “All of my other friends are trying to get pregnant like it’s a competition,” she said. “It’s so nice that you have your fertility choices all sorted out.” I couldn’t agree more."

Salon, 15 de Dezembro de 2010. Daqui.

Tuesday, June 10, 2014

Música #35

Wednesday, June 4, 2014

Música #34

Monday, June 2, 2014

"Breakfast at Tiffany's", Truman Capote

“Never love a wild thing, Mr. Bell,' Holly advised him. 'That was Doc's mistake. He was always lugging home wild things. A hawk with a hurt wing. One time it was a full-grown bobcat with a broken leg. But you can't give your heart to a wild thing: the more you do, the stronger they get. Until they're strong enough to run into the woods. Or fly into a tree. Then a taller tree. Then the sky. That's how you'll end up, Mr. Bell. If you let yourself love a wild thing. You'll end up looking at the sky."
"She's drunk," Joe Bell informed me. 
"Moderately," Holly confessed....Holly lifted her martini. "Let's wish the Doc luck, too," she said, touching her glass against mine. "Good luck: and believe me, dearest Doc -- it's better to look at the sky than live there. Such an empty place; so vague. Just a country where the thunder goes and things disappear.” 

Sunday, June 1, 2014

Férias em 3, 2, 1....

Estou de Férias!

Bem merecidas!!!

Provavelmente esta semana vai ser mais paradita por aqui.
Mas para quem me lê, estou de volta dia 10 ou 11 de Junho.

Entretanto, vou para a terra de nuestros hermanos!

Saturday, May 31, 2014

Serralves em Festa!

Adivinhem quem vai?

Vemo-nos lá!

Música #33

Friday, May 30, 2014

Opinião: O que se lê por aqui #1

Fui um dos muitos portugueses que só conheceu "As Novas Cartas Portuguesas" numa aula com Ana Luísa Amaral. Estava no meu primeiro ano de mestrado. Os estudos de género, queer e feminista já estavam mais entranhados na minha pele mais do que alguma vez achei possível.
Passei o meu último ano de licenciatura a fazer trabalhos, apresentações e a refletir sobre as mulheres, os seus papéis, e sobre o género em geral.
Foi na primeira aula de estudos feministas que me entregou o texto. E lembro-me como se fosse hoje: Era uma folha de papel dobrada quase no final para não vermos como acabava o texto. Entregou-nos e disse "leiam, leiam com atenção. Isto é um exercício que gosto de fazer com os meus alunos de introdução aos estudos feministas. O texto fala de um corpo masculino ou feminino? O texto foi escrito por um homem ou por uma mulher?". E com estas interrogações em mente comecei a ler o texto. Confesso que foi bastante ambíguo e que fiquei bastante confusa, era esse o objectivo do exercício.
Respondi que era um corpo de homem. E que tinha sido escrito por uma mulher. "Mas porque?" saltou a pergunta. Dei algumas razões, todas heteronormativas e genderizadas...
Quando dobramos a folha era realmente o corpo de um homem e havia sido escrito por mulheres.
Foi o meu primeiro contacto com as "Novas Cartas Portuguesas".
Já tinha lido e ouvido falar das "Cartas Portuguesas, mas estas tornavam-se um mistério para mim, um mistério que queria decifrar. E assim o fiz.
Fiquei quase louca com este livro! Foram meses e meses à procura deste livro em livrarias. Em todas elas a mesma resposta, não temos. Foi correr bibliotecas onde finalmente o encontrei e devorei página a página.
Mas havia algo de errado. Aquele livro não era realmente meu.
Então, num natal, foi essa a minha prenda. A edição com notas com a colaboração de Ana Luísa Amaral.
Nunca mais larguei o livro e nunca mais larguei o género que para mim é a área de estudo que mais me fascina.
Mais tarde tive a oportunidade de conhecer umas das 3 Marias. Maria Teresa Horta. Foi das pessoas mais acessíveis que encontrei em toda a minha vida. É aquilo que se vê. Frontal, meiga, que acredita no que acredita e sempre com um sorriso.

E nunca consegui decifrar, se a escrita é masculina ou feminina... Cá para mim, isso não existe...

Wednesday, May 28, 2014

O que se lê por aqui #1

Rubrica aqui no blogue.

"O que se lê por aqui."

Pequenos excertos de artigos com o respectivo link para serem lidos.

"New Portuguese Letters was written by three Portuguese women in 1971, including Maria Teresa Horta, whose poems appear in the supplement to issue 25 of The Puritan. The book was first written to intentionally provoke the Portuguese dictatorship’s censors. The authors—known as the “Three Marias”—were put on trial for obscenity, and their struggle became an international cause. 
(...) ... I was surprised that their book had fallen out of print in Portugal for almost two decades, and was not even read in universities. The authors had continued to write, but their association with feminism had not helped their careers. 
(...)
OP: Do you think writing can be either masculine or feminine?
ALA: I don’t think literature has a gender. In this, I disagree with Maria Teresa Horta, who strongly believes [that there is] a feminine writing. I do not believe there is a feminine writing. I think writing is writing. I am a feminist in my citizenship, let’s say, but I do not think that there is a feminine writing or masculine writing. I think there is writing. It is either good or bad.
It is the politics of reception that make it feminine or masculine. So it is criticism, it is literary theory—the grammar under the theory of literature. Those are gendered. And very strongly biased. And discriminating. But poetry itself has no sex, I don’t think. It’s human. And it’s a need of the human people. It’s a way for human beings to connect, as art is.

Tuesday, May 27, 2014

É hoje!!!

Música #32

Monday, May 26, 2014

"As Horas Nuas", Lygia Fagundes Telles

“Ontem um velhinho de oitenta e dois anos atravessou o Canal da Mancha, vupt! vupt! nadando. A múmia chegou inteira e ainda pediu um conhaque.” 

Sunday, May 25, 2014

Eu voto! Eu voto!

Friday, May 23, 2014

Abriu Cannes...

... e dizem que o filme não é grande coisa.

Pois bem, vou ver para poder dizer de minha justiça.




Thursday, May 22, 2014

Música #31

Wednesday, May 21, 2014

Oh....

A Sábado publicou a lista de séries que vão ser canceladas.

Fiquei tão triste que soube que "Raising Hope" foi cancelada.
"The Neighbors" é pá, gostava de ver, mas não era nada de especial, still...
E "Dracula"? Bem, quanto mais não fosse pelo actor Jonathan Rhys Meyer.
"The Carrie Diaries", ainda bem que alguém acabou com isto...

Notícia aqui.

Tuesday, May 20, 2014

Conversas #25

Ela: Pintei as unhas de amarelo
Eu: Canário?
Ela: Não. Amarelo Amêndoa de Páscoa.
Eu: Vou pintar as minhas da cor das amendoas Cláudia e fazemos um saco de amêndoas. Que achas?
Ela: Adorooo!

Monday, May 19, 2014

"Mrs. Dalloway", Virginia Woolf

“She had the perpetual sense, as she watched the taxi cabs, of being out, out, far out to sea and alone; she always had the feeling that it was very, very, dangerous to live even one day.” 

Sunday, May 18, 2014

Enquanto espero por American Horror Story, Masters of Sex e Reign, vou vendo isto!

Saturday, May 17, 2014

O tipo, era tão giro, mas tão giro...

... que me engasguei toda a dizer "good afternoon". E como não saiu nada, o tipo para me ajudar disse-me um "boa tarde" com muito sotaque inglês.

Damn it!

Friday, May 16, 2014

Música #30

Thursday, May 15, 2014

Conversas #24

Colega de trabalho nº1: Aqui dá para aprender muitas coisas. Sabias que a Stoya ganhou um prémio?
Eu: Ganhou vários.
Colega de trabalho nº1: Sim, mas estou a falar daquele que ela ganhou para melhor gang bang com 18 gajos...
Colega de trabalho nº2: Claro, e aqui é que aprendes muitas coisas...

Wednesday, May 14, 2014

Música #32

Memórias de Estudante #1

"Porque o curso é meu!"

Tuesday, May 13, 2014

Flowers in the Attic

Estava eu a descansar, a ver tv, a responder a emails, a ver cenas, e eis que calho de olhar para a Tv que estava na FoxLife e estava a dar um Lifetime Movie. (I know, muito cenas lamechas, sempre com casos chocantes). Desta vez, estava a dar um filme, que não vi desde o início, mas que se chamava "Flowers in the Attic".
Nunca tinha ouvido falar...
Toca de ir à internet ver de que se tratava. Não só descubro que é um filme de 2014, mas que é adaptado de um livro famoso e best seller. E começo a pesquisar e a pesquisar e a ler e a ler, e bem, fiquei tão colada naquilo que acabei por ver o filme todo.
Azar dos azares, não vi do início. Toca a fazer download do filme, ir pá net comprar o livro e esperar que a sequela estreie nos States a 23 de Maio, para no dia 24 estar eu a ver.

Fica aqui o trailer do primeiro filme.


3 dias de folga...

... vão saber a férias! Pelo menos dois deles!


I need it! Eu mereço!

Monday, May 12, 2014

"The Divine Comedy", Dante

“The more a thing is perfect, the more if feels pleasure and pain.” 

Sunday, May 11, 2014

Saudades....

Passou a semana das saudades. De ser estudante, de estar rodeada por aquele sentimento. Uma das primeiras pessoas com quem falei no meu primeiro dia de faculdade cartolou este ano e as saudades vieram...

De um tempo que não volta, que voou...


Saturday, May 10, 2014

Ele há dias em que adoro o meu trabalho, mas...

... mas esta semana não foi esse o caso. Começou no sábado e sábado e domingo até foi ok, mas segunda, terça, quarta, quinta (meu dia de folga e assim levei com problemas de trabalho), sexta, sábado, e aposto que domingo e segunda vão ser dias de cão...

Estou a sonhar com os 3 dias que vou ter de folga e que vou aproveitar para cuidar de mim...

Friday, May 9, 2014

Ele há cenas...

Pessoa desempregada.
A viver em casa dos pais.
Sem perspectivas de trabalho.
Vai todas as semanas ao cabeleireiro.
Tem unhas de gel.
Só compra carteiras e roupas de grandes marcas.
E compra batons que custam cerca de 25 euros, cada um...

O seu comentário: "porque é que achas que a minha conta bancária está sempre em mau estado?"

Mais nada a acrescentar...

Thursday, May 8, 2014

Música #29

Wednesday, May 7, 2014

Ocidente, 9 a 18 maio, Teatro Carlos Alberto

"Ocidente
9 a 18 maio, quarta a sábado 21h, TeCA

Peça do dramaturgo francês Rémi De Vos, Ocidente disseca até ao osso o drama de um casal em decomposição. Concentrando-se na célula matricial da nossa sociedade – o casal, a família –, e tomando-a como um microcosmos daquilo que nos habituámos a designar por “Ocidente”, este texto de 2005 evoca pequenas misérias humanas, devaneios do quotidiano, esperanças perdidas. O coreógrafo Victor Hugo Pontes encena agora uma batalha de vida e morte entre dois seres perdidos e entrincheirados, que revelam uma necessidade absoluta, quase animal, de triunfar sobre o outro. Maria do Céu Ribeiro e Pedro Frias dão corpo e voz à arte do diálogo de Rémi De Vos, mecânica de uma precisão implacável da qual o riso não está ausente. 

de Rémi De Vos | tradução Regina Guimarães | encenação Victor Hugo Pontes | cenografia F. Ribeiro | desenho de luzWilma Moutinho | desenho de som Luís Aly | piano Pedro Frias | interpretação Maria do Céu Ribeiro, Pedro Frias |coprodução Ao Cabo Teatro, As Boas Raparigas, Centro Cultural Vila Flor"


Tirado daqui.